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domingo, 13 de abril de 2008

A lógica do sem-sentido

Sobre ser um autor, David Barouh aplica no seu itinerário como criador a praxis de um cinéfilo apaixonado pelo pretérito. A sua nostalgia é a nostalgia da busca de um tempo perdido. Não tem, como realizador, a mínima pretensão, o menor arroubo, a não ser, neste caso, o arroubo romântico que demonstra, por meio de seus recuerdos, a paixão pelo cinema. Os registros barouhianos são, portanto, registros in progress no sentido de que testemunham um passado para poder, o autor, suportar o presente. A sua expressão videográfica é, também, nesse particular, um processo terapêutico muito particular. Palmas para ele!

2 comentários:

Anônimo disse...

Todo cinéfilo é um alienígena atomista grego das quantas

Quem busca sentido ao cinema não atina pra vida
Quem busca sentido à vida não atina pro cinema

David Barouh, "o homem da câmera de filmar" (maluco beleza Dziga Vertov de olho pravda)

O mágico George Méliès voou do Senna e naufragou nas águas da baía de Todos os Santos com verve e humildade beatas

Ex-cinéfilo

Jonga Olivieri disse...

David Barouh realizou um vídeo muito interessante.
Embora contenha todas as características do cinema amador, prende -- e muito -- a atenção.
Gostei muito do trabalho.
Aliás, o nosso "comedor de celulóide" é talentoso.