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sábado, 10 de dezembro de 2011

domingo, 6 de novembro de 2011

"Clamor do sexo", de Elia Kazan

Trailer de Clamor do sexo (Splendor in the grass, 1961), de Elia Kazan, quando o melodrama atinge a sublimidade e fica em estado de arte absoluto. Natalie Wood, Warren Beatty, Pat Hingle, entre outros, numa obra de extremada beleza e sensibilidade.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

"O Conformista", de Bernardo Bertolucci

Um dos melhores filmes de Bernardo Bertolucci é, sem dúvida, O Conformista, que surpreendeu gregos e troianos em princípios dos anos 70, quando de seu lançamento. O Cine Futuro homenageou o cineasta com uma grande retrospectiva, e Bertolucci enviou um vídeo para o evento se desculpando por não ter vindo por causa de compromissos outros.

O Conformista (Il Conformista, 1971/ EUA) from Cine Futuro on Vimeo.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

"Funny Girl", de William Wyler

Funny Girl - A Garota Genial (Funny Girl, 1968), de William Wyler, o estilista sem estilo, o diretor de Ben-Hur (e também de obras fundamentais como Os melhores anos de nossa vida, Da terra nascem os homens, O colecionador, Infâmia, Pérfida, Jezebel, tantas!), assinala os estertores do musical americano superproduzidos - e longe da simplicidade dos filmusicais produzidos por Arthur Freed e dirigidos por Vincente Minnelli, Stanley Donen, entre outros. O filme deu o Oscar a Barbra Streisand no papel da feiosa atriz e cantora. Barbara, ano depois, faria uma caricatura de Funny em Hellô! Dolly, que a Fox, não prevendo que a cultura musical tinha mudado e que os tempos eram mais chegados a Woodstock, entrou pelo cano, indo à falência. Os números musicais de Funny Girl, como o apresentado aqui neste blog, são excelentes, mas a direção de Wyler se restringiu à administração do elenco. Omar Shariff ainda desfrutava do prestígio alcançado em Dr. Jivago e faz par com La Streisand.

domingo, 19 de junho de 2011

"La passion de Jeanne D'Arc", de Dreyer

O martírio de Joana D'Arc (La passion de Jeannne D'Arc, 1928), de Carl Theodor Dreyer, um dos monumentos da arte do filme em todos os tempos.


domingo, 29 de maio de 2011

"Shane": clássico e eterno

Shane, de George Stevens, western clássico, realizado em 1953, provocou imenso impacto naqueles que o viram nos anos 50. Dirigido pelo perfeccionista George Stevens, Shane foi chamado, no Brasil, de Os brutos também amam. O western, o cinema americano por excelência, na definição do crítico André Bazin, estava então no seu auge, mais maduro, incorporando a seus temas problemas psicológicos (Um de nós morrerá, de Arthur Penn), paráfrases ao maccarthismo (Conspiração do silêncio, de John Sturges) etc. Shane, porém, é um western com espírito clássico. O saudoso crítico Paulo Perdigão tinha por Shane quase uma obsessão. Viu-o mais de 100 vezes e, não se contentando com isso, viajou aos Estados Unidos para entrevistar George Stevens para a revista Filme/Cultura. A princípio arredio, Stevens, com o desdobramento da conversa, ficou impressionado com a erudição de Perdigão e, ao final da entrevista, disse-lhe: "Você conhece o filme mais do que eu"


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Quanto mais quente melhor

Quanto mais quente melhor (Some like it hot, 1959), de Billy Wilder, é uma comédia inspiradíssima. O diretor faria, ano seguinte, o extraordinário Se meu apartamento falasse (The apartment), com o mesmo Jack Lemmon, um de seus atores preferidos.

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