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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Homenagem a Mario Monicelli

Um momento precioso de Os eternos desconhecidos (I soliti ignoti, 1958), de Mario Monicelli, que morreu hoje, 30 de novembro, aos 95 anos.


domingo, 14 de novembro de 2010

Viagem à Bahia

O cineasta David Barouh faz, aqui, uma viagem pelos caminhos tortuosos de Salvador, capital da Bahia, com sua câmera que investiga a paisagem para nos oferecer um panorama da Soterópolis.


sexta-feira, 2 de julho de 2010

Grande comédia: "Victor/Vitoria", de Blake Edwards

A última grande comédia vinda do cinema americano: Victor/Vitoria, do grande Blake Edwards, com Julie Andrews e James Gardner.


domingo, 9 de maio de 2010

Frank Tashlin: um comediógrafo de gênio

A comédia americana já teve seu apogeu com diretores como Frank Tashlin, Billy Wilder, Jerry Lewis, Preston Sturges, Howard Hawks, entre tantos outros. Os grandes comediógrafos morreram ou se aposentaram. Praticamente não resta mais nada, salvo algumas exceções que sempre fogem à regra. Frank Tashlin é um nome a considerar e, mais que isso, a se reverenciar. Deu as ferramentas para Jerry Lewis se tornar um gênio nos filmes que dirigiu. Veja abaixo o vídeo de O terror das mulheres (The ladie's man, 1961). Neste que apresento, Sabes o que quero (The girl can't help it, 1956), Tashlin brinca com a metalinguagem avant la lettre. Tashlin é Tashlin. A configuração do vídeo está deformada e não apresenta a lateral direita de quem vê.


domingo, 18 de abril de 2010

"O Terror das Mulheres", de Jerry Lewis

O Terror das Mulheres (The Ladie's Man, 1961), de Jerry Lewis, é um dos momentos mais alucinantes do cinema americano da década de 60. Incompreendido pela crítica grave e tonta, mas exaltado por Godard, Truffaut, Rohmer, Bogdanovich, Andrew Sarris, entre outros notáveis, o filme está à disposição, para quem quiser ver uma obra-prima, nas melhores locadoras do país. Para aqueles que fazem vista grossa ou olham de esguelha para Lewis, que a terra lhes seja leve!


segunda-feira, 29 de março de 2010

A condição hamletiana de jurado

Na Cena, programa televisivo de Raul Moreira e Cassio Sader, fez uma entrevista comigo na Mostra Tiradentes 2010. De camisa vermelha, num dia de descanso, sem filmes para ver, tinha tomado uma e outras para espraiecer. Já de camisa preta, estou sóbrio e comento sobre a condição hamletiana de jurado de um evento cinematográfico. Sempre com chave irônica, contudo. A ver.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

"A Espera", de Scott Bankert, com Ludmila Olivieri

Exercício de cinema, A Espera, de Scott Bankert, é um filme que vem a servir de exemplo para todos aqueles que, aspirantes a cineastas, pensam que filmar é simplesmente pegar a câmera e sair por aí de maneira atabalhoada. A Espera tem ritmo, tensão, bons enquadramentos e um final bem bolado. Claro, não se trata de nenhuma obra-prima, mas, como já foi dito, de um exercício. E, neste particular, é um belo trabalho. Além do mais conta com a participação de Ludmila Olivieri, cujo talento como atriz é inegável. E vamos vê-lo logo.


sábado, 23 de janeiro de 2010

"Amor na tarde", de Billy Wilder

O que mais dizer de Billy Wilder senão que era um realizador cinematográfico de extrema competência e poesia? Wilder sabia, como poucos cineastas o sabem, concluir seus filmes com impacto, ironia e beleza. Como é o caso deste vídeo aqui colocado, que apresenta o desenlace de Amor na tarde (Love in afternoon, 1957), quando Audrey Hepburn, bela, fina, uma beleza de mulher, apaixonada por Gary Cooper, quase o suplica para que ele a leve no trem. Cooper, homem mais velho do que ela, morreria dois ou três anos depois ainda em plena idade. Love in afternoon mostra como Wilder sabia fazer uma obra cheia e romantismo e, nem por isso, destituída de beleza e encanto (ou, mesmo, por causa disso). Há uma emoção que emana do gesto derradeiro de Cooper, quando cede, afinal, aos apelos da amada. Wilder estava em momento de glória neste período, fins dos anos 50, quando faria, pouco depois, Quanto mais quente melhor (Some like it hot, 1959) e, talvez, a sua obra-prima: Se meu apartamento falasse (1960) e o cáustico, demolidor e envolvente Cupido não tem bandeira (One, two, three, 1961).


sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

"O Fofoqueiro" ("The big mother"), de Jerry Lewis

Não resta dúvida que o tempo foi cruel com este filme de Jerry Lewis, uma demonstração expressa de talento e criatividade, de non sense. O filme se chamou no Brasil O fofoqueiro (The big mother, 1967), mas anda desaparecido. É uma comédia de gênio.


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