Três momentos encantadores de O homem que eu amo (L'homme que je plaît, 1969), de Claude Lelouch, com Jean-Paul Belmondo (que na cena do avião repete os tiques de seu personagem, Michel Poiccard, em Acossado (A bout de souffle), de Jean-Luc Godard) e Annie Girardot (atriz francesa de grande força expressiva, inesquecível como a Nádia de Rocco e seus irmãos/Rocco i suoi fratelli, de Visconti). Lelouch é muito esnobado pela crítica rabugenta (e imbecil), mas me proporcionou momentos de grande emoção através de seus filmes. Há, inclusive, alguns que são obras refinadíssimas, a exemplo de Um homem como poucos (Le voyou, 1973), com Jean-Louis Trintgnant, Il y a des jours et des lunes, entre muitas outras. A partitura, como sempre, é de autoria de Francis Lai. Pena que não possa rever seus filmes porque poucos os distribuídos, no Brasil, em DVD. Gostaria de comprar a coleção completa.
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1 comentários:
Lelouch pode até ter sido criticado em momentos outros, quando o sectarismo era mais evidente do que nos tempos em que vivemos.
Você falou em emoção... algo mais cinema do que isso?
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